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7 questões cruciais para o sucesso das Reorganizações Societárias

16/04/2018

"Ela possibilita que o potencial comprador tenha acesso a informações reservadas, com o intuito de apurar os eventuais haveres e o patrimônio das empresas envolvidas, bem como os riscos e benefícios para ambas as partes."

2. Assessoria especializada

Por ser um processo complexo, é de grande risco conduzir as negociações sem que seja ao menos promovido um estudo prévio. Profissionais habilitados poderão assegurar a viabilidade de aprovação da operação.

Caso esse estudo não garanta a aprovação do negócio pelas autoridades competentes, as transações podem ser interrompidas já na fase inicial. "Isso evita perda de tempo e de dinheiro", reitera.

3. Timing das negociações

Saber a hora certa de apresentar uma proposta é fundamental. É importante saber o momento ideal e não apressar a mudança, já que ela exige passos bem estruturados.

Em alguns casos, é melhor estender o tempo e conseguir um resultado satisfatório do que fazer tudo às pressas, comprometendo a qualidade do negócio.

4. Honestidade e transparência

Em toda as etapas das operações, é extremamente importante ser honesto, não mentir ou ocultar informações.

risco de não ser transparente é não só perder a negociação, mas, também, de prejudicar a sua imagem e a sua marca perante o mercado. O profissional destaca: “Credibilidade é tudo!”

5. Valorizar o ganha-ganha

Os envolvidos não podem dar espaço à ganância ou à absoluta má-fé de querer levar vantagem em tudo. O principal objetivo do fechamento das operações deve ser o de que “ninguém perde, todos ganham.”

6. Analisar os aspectos societários

Caso alguma formalidade por mais simples que seja, como uma convocação, seja esquecida no processo, toda a operação poderá estar suscetível de ser anulada pelo judiciário.

“Alguém pode entrar com uma ação anulatória e toda a operação pode ser perdida, causando grande prejuízo para as empresas envolvidas”, lembra o advogado.

7. Verificar os aspectos regulatórios

Às vezes uma operação de reorganização societária pode desencadear a necessidade de ser precedida de aprovação pelo Conselho Federativo de Defesa da Concorrência, ou de Defesa Econômica (CADE).

Há casos que demandam inclusive a autorização do Banco Central ou de outras agências reguladoras. “Portanto, é necessária uma análise criteriosa de cada caso individualmente para que os itens relevantes não sejam deixados de lado.”, conclui o especialista.

Fonte: Administradores.com

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Maria Goretti | Chapecó/SC